quarta-feira, julho 02, 2008
Desculpas a todos os leitores
terça-feira, junho 10, 2008
Nuno (12)
Em julho de 2002, o F.C. Porto pagou €3m para trazer Nuno de Espanha. É lembrado por fazer parte da equipa do F.C. Porto que venceu a Liga dos Campeões Europeus de 2003-04, e no qual substituiu Vítor Baía durante a Taça Intercontinental contra o Once Caldas. Voltou nesta época (2007/08) ao F.C. Porto após uma aventura pelo clube de Vila das Aves onde se afirmou novamente como um dos melhores guarda redes portugueses.
Nuno, que nunca jogou pela Seleção Portuguesa principal mas foi convocado para Euro 2008 para substituir Quim, que se lesionou na véspera do início da competição.
segunda-feira, junho 09, 2008
Rui Patricio 22
Fez a sua estreia na Liga BetAndWin a 19 de Novembro de 2006, na vitória do Sporting sobre o Marítimo na Madeira (10ª jornada), onde defendeu um penálti a 15 minutos do final do jogo segurando assim a vitória da sua equipa. Rui Patrício é presença assídua nas selecções nacionais jovens contando com internacionalizações nos escalões sub-18, sub-19 e sub-20. Participou no último Mundial de sub-20 que teve lugar no Canadá em 2007 no qual se destacou como um dos melhores da selecção portuguesa.
Na época 2007-2008, Rui Patrício, voltou à titularidade no empate fora 1-1 frente ao Leixões, no dia 24 de Novembro de 2007, para três dias depois estrear-se com uma sólida exibição na Liga dos Campeões, em Old Trafford, na derrota do Sporting contra o Manchester United por 2-1, sofrendo o golo da derrota nos descontos num livre directo de Cristiano Ronaldo.
Ricardo 1
Em 94/95 começou a sua carreira no clube da sua terra, o Montijo, que se encontrava na II divisão B. Fez 18 jogos a contar para o campeonato enquanto lá estava mas depois foi transferido para a I divisão onde jogou no Boavista. A sua estreia no clube, e consequentemente na I divisão, foi no jogo Boavista - Belenenses (1-1) que se realizou no dia 2 de Fevereiro de 1997. É também importante salientar que o guarda-redes jogou todo o jogo não tendo qualquer espécie de lesão.
No mesmo ano Ricardo ganhava o seu primeiro título como jogador: o Boavista tinha conquistado a Taça de Portugal e um ano depois, em 97/98, é conquistada a Supertaça de Portugal.
Sempre muito acarinhado pelos adeptos, foi determinante na conquista do primeiro campeonato boavisteiro (em 2000/01) e depois também na caminhada europeia que em 2003levou o Boavista às meias finais da Taça UEFA.
Na época 03/04 Ricardo transferiu-se para o Sporting.
Mas Ricardo chegou ainda mais longe, ficou célebre por ter defendido uma grande penalidade sem luvas no desempate dos quartos de final do Euro 2004 realizado em Portugal, onde a equipa da casa jogou com a Inglaterra, tendo posteriormente sido o marcador da ultima grande penalidade, que qualificou a selecção portuguesa para as meias-finais da prova (Euro 2004).
Recentemente, no Mundial de 2006, defendeu três penaltis contra a Inglaterra, colocando a Selecção portuguesa entre as 4 melhores equipas do Mundo. Actualmente é jogador do Real Bétis em Espanha.
- Taça de Portugal pelo Boavista 1996/1997;
- Supertaça Nacional pelo Boavista 1996/1997;
- Campeão Nacional pelo Boavista 2000/2001;
- Finalista do Euro 2004;
- Taça de Portugal pelo Sporting 2006/2007;
Outros
- 4º classificado na Campeonato do Mundo de 2006;
domingo, junho 08, 2008
Quim 12
->Palmarés:
- Campeão Europeu Sub 18 ;
- Vencedor Taça de Portugal 2003/2004 ;
- Vice Campeão Europeu 2004 ;
- Vencedor da Super Taça 2004/2005 ;
- Campeão Nacional 2004/2005
Euro 2008
sexta-feira, maio 30, 2008
Força Portugal
Quero também deixar aqui o aviso para que quem, por algum motivo, ainda não é sócio da nossa Selecção, que se faça o mais rapidamente possível aqui (Não tem custos nenhuns). Está provado que quando os Portugueses se juntam numa causa, saímos sempre bem vistos e orgulhosos de Portugal. É com o futebol, com a volta a Portugal em bicicleta, é no rugby...
Deixo agora um pequeno vídeo retirado do youtube com algumas imagens do Universo Português em redor da nossa selecção.
BOA SORTE SELECÇÃO... E conquistem o "raio da taça de vez"!!
Euro 2008
domingo, maio 18, 2008
EU TAMBÉM QUERIA UM CARRO COMO O K.I.T.T. POSSO TER UM???
Foi apresentado na CES 2008 um novo conceito muito interessante pela empresa Delphi. Estes criaram uma aplicação web que corre num "simples" iPhone, que permite controlar um carro (um GMC Acadia).
O prototipo apresentado era capaz de mostrar dados relativos ao funcionamento do automóvel. Abrir e fechar vidros, guardar as definições de conforto do utilizador (posição e altura do banco), colocar o motor em funcionamento entre outras.
O iPhone controla todas estas características, comunica com o veículo através da Internet, o que pode ser muito “interessante” em termos de segurança.
OK, é só um prototipo mas poderá vir a ser comercializado num futuro próximo. Para já, irá ser com certeza melhorado até serem corrigidas todos os potenciais elementos de falha.
Imaginem o porreiro que será podermos fazer corridas de carros de tamanho real utilizado apenas iPhones com ligação WiFi!!
Vejam a demonstração...
Brutal!!!!!
Fonte -> http://www.pplware.com/
sexta-feira, maio 16, 2008
Ler jornais é saber mais ou menos o mesmo
O elemento principal no conflito que me opõe aos jornalistas é este: eles levam a mal que a minha vida seja ligeiramente menos excitante que a da Elizabeth Taylor. E tomam em mãos a tarefa de acrescentar sofisticação à minha triste existência. Creio que tudo começou há três ou quatro anos, quando certa jornalista quis escrever uma peça sobre os meus luxos e excentricidades. Constatando que não existiam, viu-se forçada a inventar alguns. Foi, no entanto, uma invenção fortemente alicerçada nos factos. A senhora telefonou para o Jornal de Letras na esperança de descobrir se a vocação para o requinte tinha começado no meu primeiro local de trabalho. Era, convenhamos, o sítio ideal para procurar. Se há glamour, é no Jornal de Letras. As festas espampanantes, o convívio permanente com estrelas internacionais e as noitadas de sexo e álcool fazem da publicação a Vogue portuguesa. Sucede que, por azar, naquela semana o JL celebrava um aniversário, e eu tinha enviado aos meus antigos camaradas de redacção um desses cestos que se encomendam na net e que têm flores, chocolates e vinho espumoso. «De que marca é o champanhe?», perguntou a jornalista. Parece que era francês. E assim nasceu o mito da minha grande afeição por champanhe francês. Se eu bebo champanhe duas vezes por ano, é muito. E não faço questão de lhe investigar a nacionalidade. Mas, depois daquele artigo, não há nenhuma nota que se escreva sobre mim na imprensa que não contenha a referência ao facto de eu ser um refinado apreciador de champanhe – e do francês.
Outro jornal, há uns meses, publicou uma detalhada reportagem sobre as minhas «férias de luxo» (quase tudo o que eu faço é, para a imprensa, «de luxo». «Ricardo Araújo Pereira foi à mercearia comprar dois quilos de batatas de luxo», é uma hipótese de título). Eu teria estado na Tailândia, que nem um nababo, em duas praias magníficas. Na verdade, em 34 anos de vida, nunca fui para oriente de Istambul. E naquele ano, se não estou em erro, tinha passado as férias em casa. É claro que a publicação de mentiras sobre mim me incomoda. Mas confesso que o que me indigna acima de tudo é o facto de a vida que os jornalistas inventam para mim ser melhor do que aquela que eu, na realidade, vou levando.
Mais recentemente, outra jornalista foi acompanhar um dia de gravações do Gato Fedorento. Sendo, como sou, um carroceiro (característica da minha personalidade que a imprensa nunca refere, porque é difícil de conciliar com a de apreciador de champanhe), em determinada altura fiz uma piada obscena que implicava designar certa parte do meu corpo por «os tintins». A jornalista foi para a redacção e escreveu dois ou três sólidos parágrafos sobre o meu apreço por banda desenhada em geral e pela obra de Hergé em particular. E é assim que, hoje em dia, sempre que sou convidado para ir falar a uma escola, por exemplo, os miúdos me recebem invariavelmente com um livro do Tintim, para a minha colecção. «Esperamos que ainda não tenha este», dizem eles. Como não tenho nenhum, acertam sempre.
Para dizer a verdade, nada disto me afecta especialmente. Há já muito tempo que não leio nada do que se escreve sobre mim. E não é pelas imprecisões constantes, nem sequer por sobranceria relativamente à opinião dos outros. É o tema que não me interessa.
segunda-feira, maio 05, 2008
Estacionamento para mulheres onde elas realmente precisão
Portugal
Mas, apesar de todos estes sinais positivos, nem tudo é ainda perfeito no nosso país e a ciência tem um longo caminho a percorrer. Precisamos de mais investimento, mais investigadores, mais ciência. Precisamos que toda a “máquina” que envolve e suporta a investigação propriamente dita esteja bem “oleada” e a funcionar continuamente, independentemente dos governos ou da política.